Sobre a professora

Olá, sou a Raquel

Sou falante nativa de português e ensino a língua tal como se fala cá — a velocidade normal e com as palavras que as pessoas usam mesmo.

Passei anos a ensinar português a pessoas que se mudaram para cá já adultas e sei bem como é desorientador chegar a um país com papelada para tratar, vizinhos para cumprimentar e uma língua que não se parece nada com a do manual.

Os meus alunos são médicos, reformados, trabalhadores remotos, pais e pessoas que vieram por um ano e ficaram dez. Todos têm em comum o mesmo desejo: deixar de se sentir visitantes no sítio onde vivem.

Professora de português com livros na mão em frente a um edifício histórico

Fotografia de exemplo — substituir pela sua

Como ensino

As aulas começam pela conversa. Vai falar desde a primeira sessão, mal ao início, e é mesmo essa a intenção — quem progride mais depressa é quem se dispõe a errar em voz alta.

A gramática é explicada quando desbloqueia alguma coisa que quer dizer, e não como um programa a cumprir. Se precisar do conjuntivo para se queixar do senhorio, fazemos o conjuntivo.

O que as aulas não são

Não há apresentações decoradas, nem sequências de dias seguidos para manter, nem trabalhos de casa que o vão aborrecer. Se um plano de aula não estiver a resultar, mudamos.

Percurso

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Formação

[EDITAR: licenciatura, certificação de ensino ou formação em PLE.]

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Experiência

[EDITAR: anos de ensino e número aproximado de alunos.]

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Línguas

[EDITAR: ex. português (nativa), inglês (fluente), espanhol (intermédio).]

Vamos conversar

A forma mais simples de perceber se nos damos bem é fazer uma aula experimental.

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